30 de abr de 2010

O amor...

... por uma casada.

Ele estava lá, na piscina, conversando com amigos, seus olhos verdes ficavam translúcidos diante do sol, seus cabelos eram caixinhos de anjo, e seu corpo uma delícia beldade. Logo ela se apaixonou por ele, se encantou de primeiro momento. Por uma feliz coincidência, ele era amigo de sua prima, foram apresentados, trocaram msn, e ela foi embora para sua cidade no interior do estado.
Passaram se alguns dias, e eles se adicionaram, e começaram a conversar... Não demorou muito, e tinham afinidades, conversas e muito carinho. Não mais se viram desde aquele dia, manteram contato apenas por internet. A saudade batia, apertava... 
Se passaram três meses desde aquele encontro casual e rápido na piscina, e ela então resolveu visitar sua tia na capital, consequentemente iam se encontrar novamente. Marcaram então um encontro, nada muito romântico, só uma conversa casual (e pessoalmente, pra variar), no momento em que se viram, estavam em um local muito conservador, então ele não pode expressar sua verdadeira reação ao vê-la ali na sua frente. 
Decidiram então conversar melhor em outro lugar, foram para o condomínio em que ele morava (aonde, como que por destino, era aonde a tia dela também morava), ela foi no carro de sua mãe, e ele no de seus pais. 
Quando chegaram ao local, ele interfonou para ela descer ao pátio, quando ela o viu, sentiu seu coração disparar, seu sangue pulsar mais forte e (claro) as borboletas voando em seu estômago, foi ao encontro dele, devagar, não querendo ser fácil receptiva demais, afinal só tinham se visto uma única vez, no entanto, ele correu ao seu encontro, e a abraçou, abraçou forte como se fossem anos que estiveram separados e que havia uma ligação intensa entre eles. Ela ficou estupefata, obviamente, mas retribuiu, com carinho, sentindo seu cheiro, seu corpo definido, seu hálito cheiroso e a suavidade da sua pele. Ele não desgrudou dela, ficou com ela segura em seu braço e caminharam, e conversaram, e riram como se fossem namorados amigos de longa data. Ela conheceu seus pais, e sua irmã. Ele tentou beijá-la no elevador, mas ela ainda não querendo parecer fácil convidativa demais, só aceitou seu selinho e nothing else. 
Encontraram-se no dia seguinte logo pela manhã, passaram o dia juntos, e no fim da tarde ( no fim da tarde), se beijaram, se beijaram apaixonadamente, sofregamente, até perderem o fôlego, rs. Chegou então a hora dela partir, para sua cidade no interior, e como se não estivesse feliz o bastante, ele (talvez inseguro de não vê-la mais), a pediu em namoro oficialmente para sua mãe, antes que partissem. Ela foi embora então oficialmente comprometida. 
Radiantes namoravam, depois de um mês ele já havia comprado uma aliança de compromisso, e já havia dito que a amava, passaram se alguns meses e começaram a conversar sobre casamento, resolveram ficar noivos após 10 meses de namoro, marcaram então (pelo menos entre os dois) a data de casamento, seria em dezembro de 2007, quando completariam 18 meses juntos. 
Era hora de contar para os pais, eles piraram obviamente, os pais dele preferiam não opinar, dizendo apenas que se era o que ele queria, pois bem, no entanto os pais dela, deram um pouquinho de trabalho, houve aquelas alegações que sempre se ouve quando é supostamente muito "nova" pra casar. Diziam que era cedo, que deveríamos repensar, que deveriamos terminar os estudos, e isso e aquilo, enfim, cederam. 
Casaram-se, foi uma festa simples e linda, com um quarteto de cordas e tochas no caminho da noiva, o vestido era lindo, delicado e perfeito. 
Recém-casados, não poderiam esbanjar em uma lua-de-mel em Paris (hahaha), foram para Itanhaém, praia divina e deserta, com água límpida e areia prateada, e horas dentro do quarto de hospedagem. =$
Divertiram-se, amaram-se e estava na hora de voltar para aonde era agora o lar do casal. Compraram um apartamento simples, de 2 dormitórios, decoraram, e começaram a viver. No começo "tudo são flores, amores e blá blá blá", e é com a convivência diária que estão aprendendo realmente a viver. Discutem? Sim, como qualquer casal. Atritos sempre existirão em um relacionamento, cabe a você decidir como vai enfrentá-los, se vai deixar que eles o marquem ou se vai discutí-los e exterminá-los de sua vida. É com o dia-a-dia que se aprende a viver um grande amor, é nas pequenas batalhas travadas diariamente que se consegue suster um amor verdadeiro, a convivência diária ensina o diálogo, a compreensão, a paciência, o respeito, a confiança, e o verdadeiro espírito de compartilhar. 
É difícil sim viver um amor, mais complicado ainda é mantê-lo, porém, não impossível. E conselho de amiga: Vale a pena!! 
 
 
Se você não acredita no "felizes para sempre", então acredite no termo "que seja eterno enquanto dure", e seja feliz. 


Beijos!



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